terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Incertezas no Futuro

Creio que todas as pessoas em algum momento de suas vidas, se fizeram a pergunta que neste momento me faço,  de uma forma bastante incerta e insegura ao definir resposta prévia; como será meu futuro? Eis nossa grande e coletiva dúvida; mas como quem de uma maneira fácil tenta fantasiar, penso em dias melhores, onde muitos de meus sonhos se concretizaram e estou satisfeito com muitas outras coisas que nem pensei  ter, porém, verdade é que buscamos a todo custo afastar da mente nossos medos, desilusões e fatos possíveis de acontecer, dos quais não queremos vivenciar, mas de uma forma quase certa, teremos.
O recado que tento  passar, é que devemos criar em nós mesmos dois pólos de vida, duas certezas, duas seguranças; devemos ter um sentimento otimista para receber tudo o que de bom a vida nos proporcionar, todas as conquistas e vitórias criadas ou não por nossa força, e também devemos vigiar e trabalhar para construir em nosso íntimo, uma resistência à prova “dificuldades”, onde nela haja espaço para forças advindas de maneira externa ou interna, através da fé, seja esta em Deus ou em qualquer outra força gerada por  nossas crenças particulares.
Devemos ao certo saber viver, mesmo com as intepéries da vida, e com elas saber lidar, a fim de tiramos o melhor proveito do tudo que nos é dado de forma gratuita, e saber que apesar de todos os males, sempre teremos a força e a chance para lutar, recomeçar  e tentar vencer a maior batalha de todas; o direito de ser feliz.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Mentes Pequenas

Há um fato que deve ser discutido ao menos uma vez, de forma à não querermos fazer da crítica nosso melhor passa- tempo; é que temos a mania de sermos os senhores do conhecimento e da verdade, agindo  de forma à destruir sempre que podemos, a imagem de nosso semelhante, sob o fútil argumento de estarmos certos, pois nossos princípios provam esta afirmação agressiva.
Senhoras e senhores “donos da verdade” digo-vos que muitas vezes, sua verdade é desnuda pela intolerância, pela incompreensão, pelo desamor à vida e até mesmo pelo calor da emoção. Fato é que não existe uma verdade definida, exposta, mas aquela na qual acreditamos, e isso vale e muito no andamento da vida. Porém, devemos saber quais estatutos se sustentam mais e quais deles não têm a menor coerência. Atos repreensivos como a homofobia, o racismo, intolerância religiosa, e qualquer outro tipo de racismo ou ofensa direta, devem ser retirados, banidos de nossa sociedade, como um câncer a ser tratado. Fica claro que os grandes sempre serão os mais humildes para agir, para pensar, para corrigir e até mesmo para assumir seus próprios erros.





segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Mundinho Fútil

Como a vida é engraçada, primeiro nos faz acreditar num amanhã melhor e constante, regrado por um modelo de felicidade que idealizamos para nosso presente e futuro, depois nos vem com um meio totalmente diferente de ser; o que tenho a dizer é que tudo não passa de futilidade, que nada é constante, nada é permanente nesse mundo material que tanto zelamos e amamos, senão Deus. Sim, por vezes acreditei em ideais que considerava constantes em minha vida, mas estes, por si só, vieram a ruir com o peso do tempo, da idade, da evolução constante das coisas. Sinto pena daqueles que ainda não se deram conta disso, sinto pena daqueles que irão chorar ao leito da desilusão, de que aquele mundo imaginário e perfeito, não passava de utopia; utopia, eis uma palavra que vem ilustrar perfeitamente o mundo no qual vivemos; passamos por vários e diferentes modelos utópicos de vida, cada qual representando uma diferente fase da vida. Na propriedade do ser humano, há de se esperar que se comporte desta forma, mas ainda sim não podemos considerar este sentimento “intelecto-animalesco”, como sendo louvável de crença perpétua.
Mundinho fútil vejo na cabeça de tantos, e pensar que já fiz parte deste time, se ainda não faço, fato que duvido bastante não ser verídico.