Como a vida é engraçada, primeiro nos faz acreditar num amanhã melhor e constante, regrado por um modelo de felicidade que idealizamos para nosso presente e futuro, depois nos vem com um meio totalmente diferente de ser; o que tenho a dizer é que tudo não passa de futilidade, que nada é constante, nada é permanente nesse mundo material que tanto zelamos e amamos, senão Deus. Sim, por vezes acreditei em ideais que considerava constantes em minha vida, mas estes, por si só, vieram a ruir com o peso do tempo, da idade, da evolução constante das coisas. Sinto pena daqueles que ainda não se deram conta disso, sinto pena daqueles que irão chorar ao leito da desilusão, de que aquele mundo imaginário e perfeito, não passava de utopia; utopia, eis uma palavra que vem ilustrar perfeitamente o mundo no qual vivemos; passamos por vários e diferentes modelos utópicos de vida, cada qual representando uma diferente fase da vida. Na propriedade do ser humano, há de se esperar que se comporte desta forma, mas ainda sim não podemos considerar este sentimento “intelecto-animalesco”, como sendo louvável de crença perpétua.
Mundinho fútil vejo na cabeça de tantos, e pensar que já fiz parte deste time, se ainda não faço, fato que duvido bastante não ser verídico.

Nenhum comentário:
Postar um comentário